
Em 2025, a arbitragem completou 29 anos de regulamentação no Brasil e registrou crescimento de 18% no volume de procedimentos em relação a 2024. Decisões relevantes do STJ reforçaram a independência do procedimento arbitral em relação ao CPC, e o projeto de arbitragem tributária avançou na Câmara dos Deputados.
Cada vez mais. Câmaras digitais como a Arbitralis democratizaram o acesso ao tornar o processo 100% online e com custos acessíveis. Antes restrita a grandes corporações, a arbitragem passou a ser uma ferramenta prática para PMEs que precisam resolver conflitos contratuais com rapidez e segurança jurídica.
A tendência é de continuidade no crescimento, impulsionado pela arbitragem tributária, pela expansão da arbitragem digital e pelo aumento da confiança do mercado no mecanismo. A consolidação do Brasil como polo de arbitragem internacional também deve avançar, especialmente em disputas de infraestrutura e tecnologia.
Já está mudando. IA é usada para organização de provas, análise de contratos e predição de resultados. A tendência é que o processo se torne ainda mais ágil e acessível, sem perder a qualidade técnica da decisão, que permanece sempre a cargo do árbitro humano.
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