O que é petição? Bom, a petição é uma peça processual fundamental no sistema jurídico brasileiro. Ela serve como instrumento inicial ou intermediário para que uma parte formalize um pedido perante o Poder Judiciário ou outro órgão competente. Em um ambiente jurídico cada vez mais técnico e dinâmico, saber o que é uma petição e como redigi-la corretamente é essencial para advogados, estudantes de Direito e demais profissionais do setor.
Neste artigo, explicaremos em detalhes o que é uma petição, suas principais funções, os tipos mais comuns e os elementos essenciais que devem compor esse documento, trazendo também exemplos práticos e jurisprudência relevante.
De acordo com o artigo 319 do Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), a petição é o instrumento formal pelo qual o jurisdicionado apresenta um pedido ao Estado-Juiz, inaugurando, na maioria das vezes, o processo judicial.
Em termos simples, é a maneira oficial pela qual uma pessoa ou empresa comunica ao Judiciário ou outro órgão a existência de um direito que deseja ver reconhecido ou protegido.
A petição pode ser:
💡 Como definido pelo CNMP (ver glossário), petição é “ato formal que visa à exposição de uma pretensão ou ao pedido de uma providência perante o Judiciário ou outra autoridade competente”.
A petição deve conter elementos formais previstos no artigo 319 do CPC, sem os quais poderá ser considerada inepta.
Cada tipo de petição tem formatação e estrutura próprias, de acordo com sua finalidade no processo.
A petição é considerada o ponto de partida para que o Judiciário conheça a demanda e promova a prestação jurisdicional. Um erro formal, a ausência de requisitos ou uma fundamentação mal elaborada podem comprometer o direito da parte.
A petição inicial é especialmente relevante, pois nela devem constar todos os elementos capazes de demonstrar a causa de pedir e o pedido de forma clara e objetiva.
🟣 Exemplo: Conforme o TJDFT (direito fácil), a petição inicial é onde tudo começa — erros nesse momento podem gerar indeferimento liminar ou posterior improcedência da ação.
1. Identifique corretamente o juízo competente;
2. Utilize linguagem clara, objetiva e técnica;
3. Estruture bem a petição com introdução, fatos, fundamentos e pedidos;
4. Anexe provas e documentos pertinentes;
5. Utilize referências doutrinárias e jurisprudenciais quando necessário;
6. Sempre revise a petição antes de protocolá-la.
A petição é um dos atos processuais mais importantes para o advogado, pois dela depende a correta formulação e apresentação dos direitos de seu cliente. Saber estruturar uma boa petição é indispensável para qualquer profissional jurídico, seja em processos judiciais ou em procedimentos extrajudiciais, como mediação e arbitragem.
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