
A pergunta surge em todo conflito empresarial relevante: vale a pena arbitrar ou ir ao Judiciário? A resposta depende menos de preferência e mais de três variáveis concretas — valor da causa, urgência e complexidade técnica. Quem decide sem analisar essas variáveis pode estar pagando mais, esperando mais e obtendo uma decisão tecnicamente inferior ao que teria com o caminho certo.
Segundo o relatório Justiça em Números do CNJ, processos judiciais levam em média 4 anos e 3 meses para conclusão, considerando todas as fases — da primeira instância até a execução. Em casos complexos, especialmente com múltiplos recursos, esse prazo pode ser ainda maior. Na arbitragem, conflitos são solucionados em cerca de 1 ano e 9 meses — praticamente metade do tempo necessário no Judiciário. Em procedimentos expeditos, casos mais simples chegam a ser resolvidos em poucos meses. Migalhas
Na Arbitralis, o prazo médio é de até 30 dias para sentença — modelo digital que elimina trâmites físicos e burocráticos que consomem a maior parte do tempo nos processos tradicionais.
Uma disputa submetida a arbitragem tende a durar menos de 20% do tempo que levaria para ser concluída se processada no TJSP, e menos de 30% da duração de um processo no TJRJ ou no TJMG. Arbitralis
O argumento mais comum contra a arbitragem é o custo. É um argumento que precisa ser analisado com mais cuidado. A avaliação de custos deve ser feita em perspectiva comparativa: de um lado, os valores despendidos em um procedimento arbitral; de outro, os custos diretos e indiretos de uma ação judicial que pode se estender por vários anos. Tomando como referência uma causa de R$ 7,4 milhões, as custas iniciais no TJSP chegam a R$ 111 mil, com possibilidade de preparo de apelação adicional. Fius
O custo do Judiciário não aparece só nas custas iniciais. Cada recurso gera novo preparo. Honorários advocatícios crescem com a duração do processo. O custo de oportunidade de manter capital provisionado por anos enquanto o processo tramita raramente entra no cálculo.
Para ações de R$ 10 milhões, a arbitragem custaria a partir de R$ 79 mil e no Judiciário R$ 114 mil — sem contar honorários mensais de acompanhamento que crescem proporcionalmente à duração do processo. A conclusão é que tempo é dinheiro e, com um processo arbitral eficaz, é possível uma grande economia. Coelhodalle
Na Arbitralis, processos simples têm custo fixo de R$ 1.000 — sem surpresas por recursos ou taxas adicionais que aparecem no meio do caminho.
Conforme o estudo CBAr-Ipsos sobre arbitragem no Brasil, 92% dos usuários se declararam satisfeitos com a arbitragem, destacando a qualidade técnica das decisões (62%), a rapidez na resolução (73%) e a flexibilidade processual (34%) como principais vantagens. Entre os árbitros, o índice de aprovação chega a 97%, e entre advogados externos, 95%.
A qualidade técnica é o fator que menos aparece na comparação de custos — e é o que mais importa em disputas complexas. Um juiz de vara cível generalista aplica a lei. Um árbitro especializado em contratos de tecnologia, imobiliário ou financeiro entende o negócio e aplica a lei com esse entendimento.
A arbitragem não é superior em todo e qualquer conflito. Há situações em que o Judiciário é o caminho correto:
Quando é necessário bloqueio de bens imediato. Árbitros não têm poder coercitivo direto — medidas de urgência que exijam bloqueio de contas ou penhora de ativos precisam ser executadas pelo Judiciário.
Quando não há cláusula arbitral e a outra parte não concorda. Sem cláusula prévia e sem acordo posterior, o Judiciário é o único caminho disponível.
Quando o valor da causa é baixo e não justifica o custo da câmara. Para disputas de pequeno valor sem complexidade técnica, o Judiciário dos Juizados Especiais pode ser mais acessível.
Quando a questão envolve direitos indisponíveis. Direito de família, questões criminais, tributárias — fora do escopo da arbitragem por definição legal.
A decisão entre arbitragem e Judiciário deve ser tomada antes do conflito existir — na hora de redigir o contrato. Uma vez que o conflito surgiu sem cláusula prévia, negociar o método de resolução com a parte adversa é difícil. Conforme análise publicada no Diário do Nordeste sobre eficiência financeira da arbitragem, uma disputa submetida a arbitragem tende a durar menos de 20% do tempo que levaria para ser concluída se processada no TJSP — o que transforma o custo da arbitragem em investimento com retorno mensurável.
A arbitragem digital da Arbitralis entrega o que as empresas precisam: prazo previsível, custo fixo, árbitro especializado e sigilo total. Para conflitos em que tempo é dinheiro — que é a maioria dos conflitos empresariais — esses fatores definem o resultado financeiro da disputa tanto quanto a decisão do árbitro.
Para empresas que ainda não têm cláusula arbitral nos contratos, implementar agora é a decisão que muda a posição em qualquer conflito futuro.
Seu próximo conflito vai ser resolvido em semanas ou em anos?
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